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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

INOVAR É SUPERAR

inovar


 


A inovação e a superação podem ser entendidas de várias maneiras, mas a sua essência deve ser sempre entendida como a aplicação de uma metodologia que surpreende, inova e supera as expectativas.


Em nossas palestras temos dito que o fácil todo mundo faz e que quanto mais difícil a tarefa, menor a concorrência. É o que devem pensar os colaboradores das grandes empresas, pois fazer o que todo mundo faz é fácil. Quem inova, quem supera, enxerga nos detalhes uma oportunidade. Recentemente o  departamento de RH da  BASF do Brasil, preocupada com a melhoria da qualidade do ar que respiramos bem como com o bem estar dos seus funcionários e colaboradores, mapeou as regiões das residências dos seus funcionários e passou a incentivar o sistema de rodízio e de carona. Através de um quadro, os funcionários se inscrevem  e discutem as formas de participar. Em alguns casos, os pontos de encontros ficam exatamente no ponto de ônibus onde alguns colegas chegam de ônibus para embarcar na carona. Atualmente, menos de um ano depois de implantado o programa, a empresa divulgou um balanço parcial onde destaca que apenas com esta medida a empresa está evitando a circulação de sessenta e sete veículos por dia nas ruas de São Paulo.


 


Um outro exemplo vem de Cuiabá. Com a aproximação da Copa do Mundo no Brasil em dois mil e quatorze, o secretário de Turismo do estado tem promovido reuniões com diversos segmentos da sociedade, tendo como objetivo pegar carona com os turistas que visitarão a cidade por ocasião dos jogos e divulgar o potencial turístico do estado. Segundo as autoridades estaduais, medidas estão sendo tomadas no sentido de abordar os turistas com informações desde o desembarque, nos taxis, nos hotéis, nos restaurantes e até nos estádios.  A secretaria prevê que os turistas que irão desembarcar no estado estarão muito preocupados com os jogos dos seus times na copa, e que alguns poderão se interessar pelo turismo local, mas que num segundo  momento, de posse das informações corretas, poderão optar pelo turismo do estado.


 


Segundo um artigo do SEBRAE, “O mercado está em constante mudança, sempre se adaptando às novas exigências dos consumidores. As empresas precisam acompanhar esse ritmo acelerado se quiserem se manter no mercado. A inovação é o caminho para o empreendedor continuar no gosto da clientela e ter um negócio competitivo. Inovação não é proveniente apenas de novas ideias. Na verdade, está relacionada a processos de adoção e implementação de novos conceitos. Em vez de se deter a diferenças culturais relativas aos desenvolvimentos de produtos e serviços, é preciso concentrar na resistência à inovação”.


Eis ai um assunto interessante que está a disposição de todos em qualquer lugar que seja, mas muitos deixam passar despercebido.


 


Ivan Alves



INOVAR É SUPERAR

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

APROVADA A MIGRAÇÃO DAS AMs PARA A FAIXA DE FM

Saturação do espectro


 


Nem nos Estados Unidos ou Japão, berço da tecnologia, tal medida foi sequer pensada, quanto mais adotada.


Dilma assina decreto que permite migração de rádio AM para FM


Decreto foi assinado durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.

Associação prevê que 90% das 1,8 mil rádios vão fazer transferência.


Fábio AmatoDo G1, em Brasília


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A presidente Dilma Rousseff assinou no final da manhã desta quinta-feira (7), durante cerimônia no Palácio do Planalto, decreto que permite às emissoras de rádio que operam na faixa AM migrarem para a faixa FM.


Esta é uma medida justa, que valoriza o pequeno radiodifusor”


Daniel Pimentel Slaviero, presidente da Abert


Essa medida atende a demanda antiga do setor de rádio, principalmente de emissoras do interior, e vai permitir melhoria da qualidade do sinal dessas rádios. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) avalia que 90% das 1,8 mil rádios comerciais AM se transfiram para a frequência FM.


Em discurso após a assinatura do decreto, a presidente Dilma Rousseff disse que a migração é importante para permitir também que as rádios hoje na faixa AM possam ser sintonizadas por aparelhos celulares e tablets – esses equipamentos só captam sinal de FM.


“Ao cativar as novas gerações, esse fato [assinatura do decreto] ajudará a firmar o rádio como meio de comunicação que ultrapassa fronteiras etárias, geográficas e sociais”, disse a presidente.


O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou que o decreto prevê que as emissoras AM interessadas na migração vão poder requerê-la a partir de 1º de janeiro de 2014. Em seguida, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai fazer estudos para avaliar a viabilidade da transferência.


“Sabemos que na maioria das localidades é possível fazer a transferência, mas em grades centros pode haver dificuldade”, disse o ministro. Segundo ele, em locais onde não haja espaço disponível, o governo vai usar as frequências dos canais 5 e 6 da TV para atender aos pedidos de migração. Isso, porém, só deve acontecer após a conclusão do processo de digitalização da TV aberta.


Bernardo disse ainda que as rádios têm papel importante para informação da população, principalmente nas pequenas cidades. E que o governo tem interesse em expandir a radiodifusão no país, mas com qualidade, por isso a importância do decreto que permite a migração.


O ministro apontou ainda que nos últimos anos as rádios AM, devido à baixa qualidade do sinal, perderam ouvintes para as FM. E que o decreto assinado nesta quinta vai permitir “padrão similar de qualidade na prestação de serviço” a todas as emissoras.


O presidente da Abert, Daniel Pimentel Slaviero, disse que o decreto, assinado no Dia do Radialista, é “o fato mais relevante para o rádio AM nos últimos 50 anos”.


“Esta é uma medida justa, que valoriza o pequeno radiodifusor, pois 79% das rádios AM têm até 5 Kw de potência, a grande maioria em cidades de pequeno e médio porte”, disse Slaviero.


Prazo para migração

Bernardo disse que, nos locais onde houver espaço disponível, o processo de migração das rádios AM para FM deve levar entre 8 meses e um ano. Ele avaliou que, das 1,7 mil emissoras que devem pedir a transferência, 2/3 se encaixam nesse perfil.


O presidente interino da Anatel, Jarbas Valente, estimou, porém, que deverá haver alguma dificuldade de migração em pelo menos mil cidades brasileiras – grandes centros e os municípios ao redor deles, onde o espectro já está saturado.


Onde não houver disponibilidade, a transferência deve ser completada apenas entre 2016 e 2018, prazo de conclusão da digitalização da TV aberta, quando as rádios AM poderão então ocupar o lugar nos espaços dos canais de TV.


Bernardo disse ainda que o decreto garante às rádios AM potência suficiente para manter, após a migração para a faixa FM, a mesma área de cobertura de sinal – as ondas de rádio AM têm alcance maior que de FM, por isso a necessidade de uma potência maior para conseguir a mesma cobertura.


Mudanças técnicas

Para migrar à faixa FM, as rádios AM vão ter que trocar seus sistemas de transmissão de sinal, que inclui transmissores, antenas e equipamentos auxiliares. O investimento médio previsto é de cerca de R$ 85 mil para cada emissora. O governo deve oferecer financiamento ao setor.


A troca dos equipamentos é necessária porque as rádios AM funcionam em uma frequência de 525 KHz, no início do espectro, enquanto as rádios FM operam em 88 MHz. As ondas de rádio emitidas pelos transmissores AM são consideradas de tamanho médio, com alcance maior que os de FM, que têm ondas curtas. Portanto, a diferença técnica entre uma e outra está na propagação dessas ondas.


Frequências como as da rádio AM estão mais sujeitas a sofrerem interferência de equipamentos e sons, como eletrodomésticos, fábricas, linhas de transmissão e até o barulho produzido por veículos. Por isso o sinal dessas emissoras tem uma qualidade inferior à das FM.


 



APROVADA A MIGRAÇÃO DAS AMs PARA A FAIXA DE FM

SEU CLIENTE INTERNO

Juntos nós podemos


 


Muitas empresas investem pesado em Marketing buscando o cliente, mas se esquecem de que seus funcionários são seus primeiros cientes e se os funcionários não acreditam na empresa, estão desmotivados, você está batendo em ferro frio.


Nosso foco está nas necessidades dos clientes?


Entendemos que a satisfação dos clientes é a razão de sua lealdade e, por isso, o investimento em relacionamentos de longo prazo, procurando identificar constantemente oportunidades de aprimoramento dessa parceria é uma das constantes das empresas na atualidade.


O mercado mudou e, hoje, o cliente quer se concentrar em seu negócio. Cabe a nós, fornecedores de produtos, e serviços, oferecer soluções, agregar valor a ele, entendendo suas necessidades e anseios e propondo as melhores soluções.


Mas isto é apenas uma parte do problema.


Muitas empresas quando fazem uma campanha para trabalhar a sua imagem no mercado tomam como foco apenas os clientes externos, fazem toda a estratégia pensando nesse público. Muitas vezes se esquecem que existe um público tão ou mais importante no processo de construção da imagem da sua empresa: o público interno. Os funcionários são os principais porta-vozes da instituição e caso eles não acreditem na proposta da empresa, todo planejamento pode ser comprometido.  Quando for trabalhar a comunicação externa, certifique-se que todos na empresa receberam e entenderam a mensagem, dessa forma, o público interno se sentirá valorizado ao ser o primeiro a ser comunicado, isso facilitará que eles estejam engajados e divulguem a idéia. Outo ponto a ser salientado é que a frustração gerada no cliente ao sentir-se enganado é pior do que se a empresa não tivesse feito divulgação alguma. O sucesso da imagem externa de uma empresa está relacionado a imagem que ela tem com seus colaboradores.


Provavelmente você já deve ter passado pela frustrante experiência de tentar trocar um produto numa loja e esbarrar numa burocracia sem precedentes, prazos e exigências que te fizeram desistir. Também é provável que já tenha pedido para trocar um sanduíche no McDonald’s e teve sua solicitação prontamente atendida, sem perguntas ou desconfiança extras. Em ambos os casos, a solução tem pouco a ver com o funcionário em si e tudo a ver com os processos adotados.


O indiano Vineet Nayar em seu livro “Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo”), informa que ao ssumir o posto mais alto de uma gigante empresa de Tecnologia da Informação Indiana, deparou-se com uma situação comum à maioria das empresas: os funcionários que tinham mais contato com os clientes, aqueles que realmente geravam valor para a companhia não recebiam a devida atenção, tampouco tinham a liberdade necessária para fazê-la prosperar. A transparência era necessária para criar um clima de confiança entre a alta gerência e demais funcionários. Assim, seu primeiro passo foi abrir todas as informações financeiras para qualquer nível da companhia. Cada pessoa envolvida sabia, então, como sua contribuição ajudava a empresa atingir seus objetivos.


Nayar também criou canais específicos de comunicação para que todos pudessem manifestar suas queixas e sugestões, além de resolver problemas pessoais ou de suas áreas. Mas a maior revolução talvez tenha ocorrido nas avaliações de desempenho, que saíram da alçada do RH e deixaram de ser atreladas ao pagamento de bônus, passando a focar exclusivamente no desenvolvimento do funcionário. Além disso, sua mecânica permitia que qualquer empregado avaliasse quem quer que fosse, desde que guardasse alguma relação de trabalho com a pessoa.


Com a divulgação de absolutamente todos os resultados dos processos, Nayar conseguiu inverter a hierarquia formal da empresa, garantindo voz aos funcionários e permitindo que efetivamente criassem valor em suas atividades. Saber avaliar sua equipe não significa atrelar valores à participação ou ao grau hierárquico, o que consiste em algo muito fácil. A valorização pessoal de cada um dos membros da sua equipe consiste em dar o devido valor a cada um, reconhecendo lideres e incentivando os demais através da detecção das necessidades de cada um. Uma equipe motivada é o primeiro passo para alcançar seus clientes externos. Pense nisto



SEU CLIENTE INTERNO

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

MIGRAÇÃO DO RÁDIO AM PARA FM

Rádio


 


Já faz algum tempo que estamos ouvindo que o Ministro das Comunicações e a Presidente Dilma irão publicar a Lei que autoriza a migração as cerca de 1800 Rádios Ams existentes no Brasil a migrarem para a faixa de frequencia das Fms.


Do ponto de vista político, que é o único ângulo que o PT consegue enxergar alguma coisa é uma tremenda jogada para ter estas emissoras e seus proprietários com o sorriso de lado a lado do rosto, fazendo campanha política para eles no ano que vem, que é o que fato interesse a elas. No mês de setembro vi uma entrevista do Ministro, onde ele abordou apenas os pontos políticos da nova maravilha, e ao que pude ver, a parte técnica que sifu…, me desculpem a franqueza. A Abratel (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) que defende tal migração a unhas e dentes, ainda não percebeu a dimensão do problema. Para se criar as emissoras de Rádio Comunitária, foram anos de estudos, consulta pública, acerta daqui, reforma dali, e a Lei 9.612 só ficou pronta e foi publicada em 1.998. Para que esta lei entrasse em vigor, tivemos ainda o advento do Decreto 2.615/98 e suas Norma Técnica que data de 2000, e já foi alterada outras duas vezes. Se observarmos que o espectro de radiofrequencia é um bem finito, e que o próprio Ministério das Comunicações e a Anatel sentem na carne as dificuldades de administrar apenas as faixas destinadas às FMs, como encaixar nesta mesma faixa mais 1.800 emissoras? Descobriram alguma forma de esticarem o espectro e não nos avisaram?


Pode parecer que eu seja contra, mas muito pelo contrário. Sou a favor. Só que do jeito que as coisas estão sendo feita, ao sabor do entusiasmo, dos interesses políticos descabidos do PT que aliados à inocência dos representantes dos segmentos radiofônicos, muita decepção terão ao longo desta jornada.


Vejam a Matéria disponibilizada no site da ABRATEL no início do mês e sintam o entusiamo.


Está chegando a hora do rádio no Brasil viver um novo tempo. É prevista para novembro a assinatura do decreto que autoriza a migração das rádios da faixa AM para a faixa FM. A informação foi dada pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante um evento do setor de radiodifusão na última segunda-feira (14), no Rio de Janeiro.


A autorização deve acontecer no dia 7 do próximo mês, quando é comemorado o dia do radialista. “Uma das pressões que temos para fazer o rádio digital é que a qualidade do rádio AM está caindo, principalmente nos grandes centros urbanos. Isso prejudica muito a audiência. A juventude, por exemplo, nem ouve mais rádio AM. Com a digitalização da TV, nós teremos os canais 5 e 6, onde cabem muitas rádios. Isso vai ser assinado em novembro”, disse.


Atualmente aparelhos de som, computadores, televisores e celulares não vem com acesso a AM, condição que prejudica ainda mais as rádios que operam nesta faixa. Por esta e por outras razões a Abratel sempre lutou para que a migração acontecesse.


Bernardo informou que já foram feitos estudos e testes que atestam a viabilidade da referida mudança. Quanto à digitalização do rádio, assim como vem acontecendo com a TV, o ministro disse que ainda não existe um modelo que atenda de forma adequada a realidade do rádio no Brasil.


Memória

Após meses de negociação junto ao Ministério das Comunicações (Minicom) a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) obteve uma grande vitória para os seus associados e todos os radiodifusores do Brasil: a migração das rádios que operam em AM para FM.


O ministro das Comunicações Paulo Bernardo esteve em audiência com a presidente Dilma Rousseff para tratar do assunto no primeiro semestre deste ano. A presidente, atendeu ao pleito da Abratel, deu sinal verde ao ministro para que a mudança seja realizada com brevidade.


É importante ressaltar que a migração acontecerá independente do processo de digitalização. Mais de 1.700 rádios (AM), que funcionam em todo o território nacional, serão beneficiadas com a decisão.


O presidente da Abratel, Luiz Cláudio Costa, ressalta a importância da vitória. “A Abratel desenvolveu um trabalho incansável para chegar a esse resultado. Essa decisão era imprescindível para garantir o futuro do rádio no Brasil”, comemorou o presidente.


Por João Camilo


Ascom Abratel


Com informações da Agência Brasil


 


Claro que ultrapassados os limites técnicos da coisa, a parte prática será de benefícios a todos os envolvidos. A rádio AM passará a produzir uma programação com qualidade sonora de FM, já a FM passará a ter som de CD. Claro que entre a mudança de AM para FM e a escolha e aplicação da tecnologia de transmissão digital pode haver um bom tempo aí pela frente, mas nesse período de transição quem sai na frente são as rádios AM com certeza, que passam a ser concorrentes das FMs sem que tenham participado de concorrência em igualdade de condições. “Não poderia haver decisão mais justa para o radiodifusor”, afirma Rodrigo Neves, presidente da AESP. “Onde não há congestionamento de banda, a transição do AM para o FM será simples. Já nos 200 municípios onde há congestionamento, especialmente em regiões metropolitanas, serão usados os canais 5 e 6.”


Estudos do ministério das Comunicações demonstraram que não haverá problema de interferência com os canais vizinhos nas regiões onde serão utilizados os canais 5 e 6.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

ESSE MUNDO DE INJUSTIÇA GLOBALIZADA

Injustiça


 



 


 


No livro de José Saramango “Este Mundo de Injustiça Globalizada”, ele narra uma historia acontecida nos arredores de Florença em meados do século XVI, quando um camponês se sentindo injustiçado com o avanço da demarcação das terras de um poderoso senhor dentro de suas terras, fazia com que sua propriedade diminuísse cada vez mais. Cansado de tentar acertar os limites da propriedade do poderoso senhor pelo diálogo, ele se viu obrigado a procurar as barras da justiça, de onde saiu em todas as instancias derrotado. Quem morou em cidade pequena do interior assim como eu, sabia o que havia acontecido pelo tipo de batidas do sino da igreja. Se era um convite para uma missa, um terço ou mesmo se havia morrido alguém na comunidade. Pois bem, voltemos ao livro do José Saramango. O Camponês que se sentia injustiçado, foi até a torre da igreja e fez dobrar os sinos com um convite a um funeral. Toda a comunidade para lá se dirigiu e se espantou ao deparar-se com uma pessoa que não era o tocador de sinos oficial da comunidade e sem nenhum cadáver para ser velado. Ele calmamente convidou a todos para o “funeral da justiça”, pois segundo ele, “a justiça estava morta”.


Saramango supõe no livro, “ter sido esta a única vez que, em qualquer parte do mundo, um sino, uma campânula de bronze inerte, depois de tanto haver dobrado pela morte de seres humanos, chorou a morte da Justiça”.


Um outro dia, um amigo meu, postou no Facebook uma mensagem que me fez refletir no livro de José Saramango mais uma vez. Dizia o meu amigo: “Nunca mexa com a esposa do bode, nunca levante falso a um bode, nunca pense em enganar um bode, nunca traia um bode, nunca mexa com a família do bode, nunca deseje o mal a um bode” e finalizava dizendo: “viva tranquilo, não mexa com o bode”. Nem preciso dizer a quem ele se referia ao tratar como “ o bode”


E quem cuida da esposa, dos filhos, dos negócios e do patrimônio de quem não é bode? Infelizmente, assim como a justiça de uma maneira geral, essas sociedades são formadas por seres humanos, muitas delas vaidosas outras humildes, umas arrogantes outras simpáticas, umas petulantes e outras dignas, umas incompetentes outras competentíssimas, algumas ignorantes outras sábias e assim por diante.


O nosso consolo é saber que acima da justiça humana e da espada daqueles que agem em nome de uma justiça interesseira e desumana, Deus tem feito dobrar os sinos e mostrado a todos que a consciência tranqüila vale mais que alguns milhares de dólares na conta. A dignidade vale mais que um o sorriso de alguém, mais autêntico do que nota de 3 reais, e que a felicidade na eternidade vale mais que qualquer momento feliz na atualidade. Não é temendo e compartilhando injustiças de pessoas falhas como nós que conseguiremos um lugar ao sol. É mais saudável aos olhos de Deus um real ganho honestamente do que milhões às custas das lágrimas e do suor dos inocentes.  Se vivêssemos na época narrada por Saramango, neste exato momento estaríamos implorando por silêncio, tamanho a barulheira do dobrar dos sinos. O que mudou nestes quatrocentos anos?


Pensem nisto.


 


Ivan Alves



ESSE MUNDO DE INJUSTIÇA GLOBALIZADA

terça-feira, 15 de outubro de 2013

NOVO AVISO DE HABILITAÇÃO PARA RÁDIOS COMUNITÁRIAS

Estúdio


 


Publicado hoje dia 15/10 o aviso de Habilitação n.º 13/2013


Conforme correspondência enviada pela nossa empresa aos interessados, foi publicado hoje no Diário Oficial da União, o Aviso de Habilitação n.º 12/2013, destinado às Associações Comunitárias, interessadas em explorar uma emissora de Radio Comunitária em diversos municípios dos estados brasileiros. No estado de Alagoas os municípios contemplados foram: Estrela de Alagoas, Ponto Calvo, União dos Palmares e Viçosa (Vila Anel). No estado da Bahia, Itabuna, João Dourado, Maragogipe, Rio do Antonio, Santaluz e Uruçuca. No Ceará, Acarape, Brejo Santo, Cascavel, Iguatu, Juazeiro do Norte, Mauriti, Morada Nova e Tururu. Nos Estados do  Espírito Santo e Goiás,  apenas os municípios de Vila Velha e Chapadão do Céu.  Para o estado Maranhão, Água Doce do Maranhão, Araioses, Riachão e São Vicente Ferrer. Para o estado de Minas Gerais, Aricanduva, Caldas, Capelinha, Itabirinha, Jaíba, Ladainha, Manga, Patos de Minas, Rio Vermelho e São João do Paraíso. No Mato Grosso apenas o município de Sorriso. No Pará, Dom Eliseo e Irituia. Na Paraíba, Bom Sucesso e Mataraca. Para o estado de Pernambuco, Carpina, Correntes, Floresta, Jaboatão dos Guararapes, Salgueiro e Sirinhaém. No Piauí, Barras, Jacobina, e Pedro II. No Paraná, Dois Vizinhos, Londrina, Marechal Candido Rondon, Palmital e São João do Caiuá. No Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Duas Barras, Macuco, Maricá e Resende. No Rio Grande do Norte, José da Penha e São José de Mipibu. Em Rondonia, apenas o município de Ji-Paraná. Para o Rio Grande do Sul, Canguçu, Cerrito, Cruz Alta, Encruzilhada do Sul, Estrela, Estrela Velha, Hulha Negra, São Leopoldo e Teutônia. Para Santa Catarina, Anita Garibaldi, Ipuaçu, Lajeado Grande, Luiz Alves, Rio do Sul e São João do Itaperiu. Para o estado de São Paulo, Assis, Guarujá, José Bonifácio, Pederneiras, Pedra Bela, Restinga, Salto de Pirapora, São Vicente e Várxea Paulista. E Finalizando, no Tocantins, Itaguatins, Muricilândia e Riachinho. Os interessados terão 60 dias a partir de hoje, dia 15/10 para enviar a documentação alencada no citado Edital. Quem já se preparou, boa sorte, e para quem precisar de ajuda, estamos ao vosso inteiro dispor.



Adencon Consultoria



NOVO AVISO DE HABILITAÇÃO PARA RÁDIOS COMUNITÁRIAS

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A EMPRESA ARROGANTE

Orelhudo


 


A culpa é da alta direção, que sem uma política correta de avaliação e treinamento, permitem que a situação chegue a este extremo


O problema já começa na contratação dos funcionários. A empresa arrogante não quer perder tempo em avaliar as qualidades de um funcionário e tentar trabalhar suas deficiências. Já o dispensa porque ele não preenche os requisitos básicos da empresa, ficando com a casa fica cheia de pessoas falsas que sabem o momento exato de colocar sua verdadeira personalidade pra fora, e, na maioria do tempo ficam encenando, atuando como se fossem artistas de uma peça de teatro. O cliente de um  restaurante de luxo pede ao garçom: “O senhor pode me trazer um pouco de óleo para a minha salada?”. O garçom, com um olhar arrogante, respondeu: “Não temos óleo para salada. Temos azeite, serve?” Quando ouvi isso, me perguntei: Será que o garçom não sabia que o cliente estava mesmo querendo azeite e apenas disse “óleo” como se chamava antigamente “óleo de oliva” ou “óleo para salada”?


Um dos maiores perigos da empresa é a arrogância que pode ser vista e sentida de várias formas. O gerente que se acha superior a tudo e a todos, que acha que sabe tudo, que não aceita opinião e se torna altamente insensível. Com isto ele contamina o ambiente e transmite aos seus subordinados a necessidade da imposição da arrogância para se dar bem. E isto reflete no atendimento aos clientes. As pessoas tornam-se arrogantes. E é uma grande tarefa dos líderes não permitir que isso aconteça. Nem sempre é fácil. Quando uma empresa é famosa, ou tem uma marca muito conhecida ou trabalha com produtos um pouco mais sofisticados, os colaboradores têm uma tendência a ficar arrogantes. Eles parecem confundir a fama da marca e da empresa ou mesmo de seus clientes com a sua própria pessoa e tornam-se arrogantes.


Há empresas que parecem pensar que comprar delas é um privilégio que poucos merecem e que os clientes precisam mais dela do que ela de clientes. Assim, não é incomum ver recepcionistas de hotéis de luxo tornarem-se arrogantes. Garçons de restaurantes famosos tornarem-se arrogantes. Balconistas de lojas de roupas de grifes famosas, tornarem-se arrogantes. Vendedores de automóvel de luxo, tornarem-se arrogantes. Por quê? Será que a marca com que trabalham lhes sobe à cabeça? Será que essas pessoas ficam contagiadas pelas arrogância de seus clientes ricos e famosos, muitas vezes, igualmente arrogantes? Por que será que as pessoas que trabalham nessas empresas perderam a sensibilidade e a humildade, muitas vezes esquecendo sua própria origem, quase sempre, simples?    A verdade é que ninguém mais está suportando a arrogância e é preciso tomar muito cuidado para não ficar de mãos abanando. Como sempre afirmo, temos hoje muitos concorrentes, com qualidade semelhante à nossa e preços iguais. Se tivermos uma postura arrogante, o mercado simplesmente nos trocará por concorrentes mais sensíveis e humildes, que valorizem sua equipe e os clientes. Cuide pois, para que sua empresa não se torne arrogante, antes que seja tarde demais. Pense nisso.


Sucesso!


Ivan Alves e Prof. Luiz Almeida Marins Filho



A EMPRESA ARROGANTE