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terça-feira, 3 de setembro de 2013

TEM PESSOAS QUE SÓ QUEREM SE DAR BEM A QUALQUER CUSTO

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“É público e notório que nenhum veículo, nem mesmo de brinquedo, de plástico, é vendido por R$ 0,01. Nada há no mercado que se negocie por tal valor.”



Com este fundamento, a 4ª Vara Cível de São Paulo negou indenização para um consumidor que moveu ação contra uma concessionária. Ele queria comprar um Ágile, anunciado ao preço de R$ 0,01. A Justiça entendeu que não existe “seriedade apta a obrigar a oferta”. Para a primeira instância, tanto a “lealdade como a boa-fé devem nortear todas as relações jurídicas”.


O consumidor alegou que a concessionária anunciou o veículo a “preço de banana” e, na hora da compra, vendeu o carro com o preço normal. Ele pediu indenização de R$ 34 mil, valor do veículo que iria comprar. A primeira instância acatou os argumentos da concessionária, representada pelo escritório Fabio Kadi Advogados, e entendeu que o autor da ação “em flagrante litigância de má-fé, utilizou-se do processo para alcançar objetivo ilegal”. Para a Justiça, no caso dos autos, não se compreende “que tenha o autor intimamente acreditado que na seriedade dos argumentos utilizados” no anúncio. Cabe recurso.


Ele argumentou que foi na concessionária porque havia um anúncio na fachada com as frases: “Deu a louca no gerente. Veículos a preço de banana”. Depois de verificar os modelos dos carros, escolheu um Ágile, anunciado ao preço de R$ 0,01. Ele chamou uma das vendedoras e mostrou interesse na aquisição do bem. Contudo, ao lhe ser entregue a nota fiscal, agora pelo gerente, constava o valor de R$ 34.500,00. Questionado pelo consumidor sobre a diferença de preço, o gerente disse que aquele anúncio servia apenas para atrair clientes e que não poderia vender o veículo por R$ 0,01. Com base no artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor, o cliente alegou que poderia exigir o que foi ofertado.


A primeira instância entendeu que, além da análise literal do artigo, é necessária uma interpretação sistemática de todo o ordenamento jurídico vigente, entre os quais se destaca a boa-fé. De acordo com o juiz que analisou o caso, toda oferta deve ser minimamente aceitável — o que não é o caso dos autos.


O juiz concluiu que não houve a formação de uma justa expectativa, que pudesse vir a ser posteriormente frustrada, diante da propaganda veiculada pela concessionária. “Qualquer pessoa dotada de médio discernimento poderia chegar à compreensão inarredável de que a propaganda era simbólica. Não houve, outrossim, propaganda enganosa, o que ocorre somente quando é capaz de induzir o consumidor em erro”.



TEM PESSOAS QUE SÓ QUEREM SE DAR BEM A QUALQUER CUSTO

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A IMPORTANCIA DA CONSULTORIA

Encaixe certo


 


Do ano de 2012 muitos nem lembram mais. Porém, quais propósitos foram traçados, e destes quantos realizados com êxito?


E se não, quais lições você tirou dos erros cometidos no passado? Está faltando encaixar alguma coisa não é mesmo?


Sempre queremos que o próximo ano comece logo para apagar as frustrações do ano que se findou e planejar tudo outra vez. E cá estamos nós já no segundo semestre de 2013, e o que você fez para melhorar sua empresa ou sua vida profissional? Elaborou metas e objetivos para o novo ano? Este ano o trabalho está fluindo? O índice de satisfação dos seus clientes e subordinados aumentou? Justamente por conta dessas perguntas, ou entraves, é que surge a consultoria para lhe auxiliar.


 


Todos necessitamos, vez ou outra, de uma consultoria, seja na explicação de um simples extrato bancário, na localização de um endereço ou na elaboração do imposto de renda. Até mesmo os clientes, antes de adquirir um produto, consultam amigos ou outros clientes para opinar a respeito. Na empresa, na vida política e profissional não é diferente.


 


Simplificando, consultoria é aconselhar, direcionar. É ajudar a enxergar o que outrora era obscuro. O consultor é o psicanalista do seu negócio. Ele tem uma visão privilegiada em relação a empresa e ao profissional, pois observa tudo de um ângulo diferente. Ele traça os caminhos, elabora diagnósticos, faz com que se aprenda a traçar estratégia sem precisar ditar regras. Analisa os resultados levantados, não desprezando as qualidades do consultado, e sim colocando-as à mostra, dentro da sua realidade.


Antes de planejar algo, ele se preocupa com a realidade da sua empresa ou do seu negócio. Por meio do levantamento de informações, cria diagnósticos para auxiliar na mudança da situação atual. O consultor consegue apontar o potencial que a empresa tem (seus pontos fortes), e ajuda no planejamento feito pelo próprio empresário, orientando-o a se organizar no tabuleiro e a jogar com segurança, sendo criterioso, inovador, inteligente, mas acima de tudo, estrategista. Portanto, não se deve ter receio em consultar com um profissional ou grupo de profissionais, já que a consulta fornecida pode significar o sucesso da carreira ou a sobrevivência da empresa.


Muitas empresas fracassam no seu trajeto por exclusiva falta de conhecimentos e práticas adequadas de gestão empresarial. Mesmo que se tenha o conhecimento, muitas vezes não se consegue implementar as melhorias, porque tem-se a dificuldade de estabelecer a melhor maneira do como fazer na prática.


A consultoria empresarial vem de encontro com essas necessidades, encurtando o tempo e permitindo saltos de melhorias. Os termos usados para esse trabalho são dos mais diversos: consultoria empresarial, consultoria em gestão empresarial, consultoria em administração de empresas, consultoria em desempenho organizacional e tantos outros, mas o objetivo deve ser um só: ajudar a empresa a melhorar a sua operação e gestão e obter os melhores resultados.


Num cenário de grande competitividade, a consultoria empresarial torna-se a solução de menor curto prazo e de melhor custo-benefício. Toda a experiência e o conhecimento do consultor é aplicado na empresa, em dose concentrada, de forma objetiva e eficaz.



A IMPORTANCIA DA CONSULTORIA

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O LIDER CENTRALIZADOR

Lider centralizador


 


Decorridos mais de 6 meses dos atuais administradores municipais, já podemos traçar um perfil de suas personalidades sem nenhum receio de errar. Temos vários tipos de lider, mas o centralizador é o que mais nos preocupa, em razão dos resultados que serão obtidos.


Não se trata de nenhum recado direto a ninguém, mas uma sutil observação de quem tem por hábito observar os defeitos e qualidades das pessoas e empresas, para no momento de  se manifestar, ter em mãos os elementos necessários de comprovação de suas convicções. Segundo “Altair Germano”, assim temos definido o Lider Centralizador:


O líder centralizador não faz com excelência, nem permite que outros façam.

O líder centralizador é um atraso para o crescimento e desenvolvimento de qualquer obra.

O líder centralizador é um castrador de ideias.

O líder centralizador é um amante de títulos, cargos e posições.

O líder centralizador acha que ninguém faz melhor do que ele.

O líder centralizador pensa ser mais capaz do que todos os demais cooperadores.

O líder centralizador não consegue enxergar o talento alheio.

O líder centralizador tem medo que os outros façam melhor do que ele.

O líder centralizador tem receio de perder a autoridade ao delegar.

O líder centralizador tem um pouco de imperialista, totalitarista e ditador.

O líder centralizador se mantém no cargo na base da compra, da ameaça, do favorecimento e dos conchavos políticos com outros líderes centralizadores.

O líder centralizador finge escutar, mas no fim a opinião que prevalece é sempre a dele.

O líder centralizador é um promotor narcisista de sua própria imagem.

O líder centralizador se coloca acima da própria instituição.

O líder centralizador pode em alguns casos até ser uma boa pessoa, mas é um péssimo administrador.

O líder centralizador pode ter conhecimento, mas lhe falta sabedoria.

O líder centralizador perde tempo e energia em tarefas pequenas, secundárias e sem muita importância, quando poderia estar envolvido em questões de maior relevância e prioritárias.

O líder centralizador delega tarefas, para depois agir paralelamente, desmerecendo o esforço e a habilidade alheia.

O líder centralizador pode não ter consciência de sua própria condição.

O líder centralizador sacrifica a família.

O líder centralizador se desgasta e desgasta os outros.

O líder centralizador tem vida curta ou de baixa qualidade.


Na grande maioria dos casos, ai  está a resposta dos absurdos e fracassos.


Mude enquanto é tempo



O LIDER CENTRALIZADOR

segunda-feira, 24 de junho de 2013

É PRECISO MOBILIZAR-SE

injustiça


 


As manifestações das ruas ocorridas em todo o país nos últimos dias, têm levado um claro recado aos políticos e governantes, sobre a insatisfação da população, com relação ao seu desempenho e com o resultado do serviço oferecido.



Após tantas injustiças, a classe radiodifusora deveria fazer o mesmo. Já vai longe a época em que o extinto DENTEL, comandado por militares que possuíam uma visão distorcida da classe, encaravam os radiodifusores  como se fossem todos bandidos, arruaceiros, que tinham por princípio a não execução de qualquer serviço de telecomunicação, massim o descumprimento de toda e qualquer legislação. Todos os problemas, fossem técnicos ou jurídicos eram decorrentes da vontade do radiodifusor. Hoje, decorridas algumas décadas, pensa que a situação mudou? Continua ainda pior. O Ministério das Comunicações juntamente com a Anatel, insistem em não ouvir a classe, autuam, multam, lacram e aplicam multas monstruosas, sem nenhum critério lógico que possa justificar tamanha bestialidade. Tratam o radiodifusor com a mesma arma com que tratam as empresas de telefonia móvel, sem levar em consideração o abismo entre a arrecadação de um e de outro. Gasta-se um rio de dinheiro público para o estudo do Plano nacional de Outotorgas das Rádios Comunitárias, mas se esqueceram de treinar seus despreparados e incompetentes funcionários. Por sua vez, os interessados gastam tempo e dinheiro para o cumprimento das exigências legais e são barrados nos errôneos e descabidos “entendimentos” deste ou daquele servidor que ultimamente estão se sentindo verdadeiros “deuses”. A Lei proíbe a vinculação de uma entidade com outra, que possa sujeitá-la a administração, ao domínio, ao comando ou a orientação de qualquer outra entidade mediante compromissos ou relações  financeiras, religiosas, familiares, político-partidárias ou comerciais. Entretanto, basta que a Associação pretendente possua parentes na direção da entidade para que os “deuses” da interpretação jurídica já indefiram os pedidos alegando esta irregularidade. Não sabem sequer interpretar uma norma e o pior de tudo, é que contam com a conivência e conseqüentemente com a incompetência dos seus superiores que atestam legalidade às suas interpretações descabidas, inclusive o Ministro que nada faz. A Lei 9.612/98, o Decreto 2.615/98 e a Norma Técnica 01/2001, deixam evidente que a necessidade das famigeradas “cartas de apoio”, servem somente para medir a aceitação e o gráu de comprometimento entre duas associações pretendentes junto à comunidade em que está inserida, ou seja, caso mais de uma entidade seja pretendente em uma localidade e não exista a possibilidade de compartilhamento entre ambas, o Ministério das Comunicações, através do numero de cartas de apoio apresentadas, poderá decidir qual a entidade que melhor representa a comunidade. Mas não é este o entendimento dos “deuses” da interpretação no Ministério das Comunicações. Para as localidades onde existam apenas uma entidade interessada, onde o numero de habitantes não chega a cinco mil pessoas,  e as mesmas não tenham enviado “cartas de apoio”, seus pedidos estão sendo indeferidos. Estão confundindo também “finalidade lucrativa” com atividade comercial”. Se uma Associação pretendente não puder ter atividade comercial ( note que não é finalidade lucrativa) ela não pode emitir um recibo ou uma nota de apoio cultural. O Código Civil vigente é claro ao definir estas situações, mas os “deuses” da interpretação da norma do Ministério das Comunicações não entendem assim. Vão na contramão da Lei e da lógica, e quem quiser que discuta judicialmente com eles. Ai é que está o problema. Qualquer ação judicial a ser proposta, terá que ser em Brasília, domicílio do réu que é a União. Isto inviabiliza a defesa dos interesses dos interessados em uma emissora de Rádio Comunitária, em razão da distância e dos custos. Resta então, o apelo às entidades que representam a categoria, para que se mobilizem, façam uma ação conjunta pois daí os custos seriam pulverizados. Vão para as ruas e mostrem que quem paga as salgadas multas e consequentemente os salários dos “deuses” da interpretação, são vocês. Defendam seus direitos, pois se dependerem de qualquer inciaitiva governamental, é melhor sentar.



É PRECISO MOBILIZAR-SE

quarta-feira, 29 de maio de 2013

FOCO: UMA PALAVRA COM VÁRIOS RESULTADOS

Foco na Gestão


 


Recentemente vi em um programa político, a expressão “Foco na Gestão”.  Até os políticos já descobriram sua eficácia, mas muitos empresários teimam em desconsiderar esta eficiente ferramenta.


Em 2010 fui convidado a ser o operador de uma mudança radical numa empresa que ainda não havia decidido o que queria ser, se uma oficina de fundo de quintal ou se uma grande fabricante de máquinas agrícolas. O entusiasmo do empresário era grande, muitos colaboradores estavam eufóricos com as novas perspectivas, e claro, de cima do muro, a turma do Corvo apenas aguardava os acontecimentos. Foram alguns meses de levantamentos, estudos e elaboração de metodologias, mas tudo esbarrava no tal do “Foco”. A empresa não se decidia sobre o que queria ser. Num momento queria ser uma grande fabricante de equipamentos, assumia compromissos mas não investia em máquinas, em tecnologias de controle, treinamentos e tantas outras necessidades. Num segundo momento, para não deixar o cliente na mão, era preciso mudar o “Foco”, parar toda a fábrica para atender ao cliente, reformar ou consertar sua máquina. E assim passaram-se os meses. O Almoxarifado era um caos, o departamento de compras não funcionava, as peças para fabricação de máquinas não tinham padronização, cada operador produzia um tipo diferente de peça que ao final não se encaixava em coisa alguma ou lugar nenhum, não havia desenhos técnicos embora esta tivesse sido nossa primeira recomendação e pior de tudo, ninguém era responsável por nada. O Mérito era do empresário, os erros de todos os funcionários indistintamente. Para chamar a sua atenção para a necessidade de adotar decisões e posturas que levassem a empresa a obter a sua identidade através do “Foco na Gestão”, demos um cheque mate no empresário que precisaria decidir sobre o que queria ser. Decorrido o prazo concedido, retiramos nosso time de campo e partimos para outros desafios onde tivéssemos uma visão de horizonte a médio prazo, onde estamos até hoje atendendo à diversos segmentos do setor produtivo. A empresa? Ah! A empresa continua sem “foco na gestão”, fingindo ser uma empresa sólida, mas que até hoje, decorridos mais de 3 anos, ainda não se decidiu se quer ser uma fábrica, pois continua uma oficina de fundo de quintal. Foco na Gestão, pense nisto.



FOCO: UMA PALAVRA COM VÁRIOS RESULTADOS

quinta-feira, 16 de maio de 2013

PARCERIA ADENCON CONSULTORIA E PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO INÁCIO-PR

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Os municípios têm até o mês de Julho do corrente ano para apresentarem o Projeto de Monitoramento e adequação aos resíduos sólidos a que se refere a Lei 12.305/10. Quem não o fizer sofrerá sanções como redução no repasse de verbas estaduais e federais.


Dentre outros contratos firmados desde o início do ano, a  Adencon Consultoria está fechando neste mês de Maio uma importante parceria com o município de Santo Inácio no vizinho estado do Paraná. Esta parceria só está sendo possível graças à visão administrativa do Prefeito Waldir Turcato e do seu chefe de Gabinete Leonardo Ikuno Rebolho, que são pessoas que não medem esforços no sentido de enquadrar e buscar aquilo que for melhor para a municipalidade. Nesta sexta feira dia 17 de Maio, grande parte dos prefeitos estarão em Curitiba em reunião inclusive com o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo, mas na segunda feira já estarão de volta ao batente. Dentre alguns dos trabalhos que serão desenvolvidos pela Adencon Consultoria, está a elaboração do projeto de monitoramento e adequação aos resíduos sólidos (Lei 12.305/10), uma vez que após o mês de Julho de 2013, tanto o governo Federal como o governo Estadual, poderão restringir o repasse de verbas aos municípios que não apresentarem o projeto. Trata-se de um projeto muito amplo, pois envolve a parte teórica e a parte prática, merecendo inclusive em alguns casos, a necessidade de consórcios entre os municípios com menor capacidade de destinação aos resíduos sólidos. Santo Inácio está saindo na frente nesta corrida rumo aos cuidados com o meio ambiente e consequentemente o bem estar de toda a sua população, frente a um projeto que beneficiará a todos os munícipes.  Outros projetos como treinamento dos envolvidos, abertura e encerramento de lixões, aterros sanitários, liberação de recursos junto ao governo estadual e federal para a implantação de benefícios neste segmento, serão objeto de estudos ao longo da implantação do projeto.



PARCERIA ADENCON CONSULTORIA E PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO INÁCIO-PR

segunda-feira, 6 de maio de 2013

PUBLICADO NOVO EDITAL DE RÁDIO COMUNITÁRIA

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O Ministério das Comunicações publicou hoje dia 6 de Maio de 2013, o Edital de Habilitação n.º  5 datado de 3 de Maio. Os municípios beneficiados, todos do estado de Minas Gerais foram:



Água Comprida, Alagoa, Albertina, Antônio Prado de Minas, Araçaí, Aracitaba, Arantina, Arapuá, Argirita, Belmiro Braga, Campanário, Campo Azul, Caranaíba, Casa Grande, Chiador, Conceição das Pedras, Consolação, Coronel Pacheco, Córrego do Bom Jesus, Córrego Novo, Doresópolis, Estrela Dalva, Ewbank da Câmara, Fernandes Tourinho, Fortuna de Minas, Frei Lagonegro, Grupiara, Ibituruna, Ingaí, Itambé do Mato Dentro, Marmelópolis, Monjolos, Morro do Pilar, Nacip Raydan, Olímpio Noronha, Onça de Pitangui, Passabém, Pedra do Anta, Pedro Teixeira, Piau, Quartel Geral, Queluzito, Santa Rita de Ibitipoca, Santana do Garambéu, Santo Antônio do Rio Abaixo, São João da Mata, São José do Mantimento, São Sebastião do Rio Preto, São Sebastião do Rio Verde, Senhora do Porto, Serra da Saudade, Silveirânia, Simão Pereira, Taparuba, Tapiraí, Umburatiba, Vargem Bonita, Veríssimo, Vieiras e Wenceslau Braz.


Muito cuidado e muita atenção na preparação da documentação, pois os servidores do Ministério das Comunicações juntamente com os seus superiores estão se achando os guardiões das normas aqui no planeta Terra e jamais se viu tanta bizarrice jurídica e fetiche normativo num só lugar. Aos nossos clientes,  vamos a luta e aos demais interessados boa sorte e se precisarem de ajuda estamos ao vosso inteiro dispor.



PUBLICADO NOVO EDITAL DE RÁDIO COMUNITÁRIA